Achas que sabes dançar? Procuramos o melhor bailarino de Portugal
“Achas Que Sabes Dançar?”(So You Think You Can Dance, no original) é um programa de entretenimento produzido pela Endemol Portugal e que vai trazer um novo ritmo aos serões da SIC.
Todas as semanas cada um dos concorrentes terá que dançar com um parceiro diferente, de forma a poder mostrar a sua versatilidade.
Todas as provas serão submetidas a uma avaliação criteriosa de um conceituado painel de jurados.
As audições para encontrar o bailarino favorito dos portugueses vão decorrer em várias cidades portuguesas…
…só os melhores terão direito ao passaporte que os levará até Lisboa onde serão escolhidos os melhores bailarinos que terão a oportunidade de participar nas galas.
No último programa, é revelado quem foi eleito como o “bailarino favorito dos portugueses“.
Para ser o melhor BAILARINO , não é preciso só saber dançar… é necessário também ter atitude, garra, determinação, carisma e muita, mesmo muita vontade de vencer.
“Achas Que Sabes Dançar?” é um sucesso de audiências nos quatro cantos do mundo.
A Escola de Dança do Conservatório Nacional vai deixar o degradado edifício do Bairro Alto e mudar-se para a zona Oriental de Lisboa, na área do Parque das Nações, disseram à Lusa fontes da escola e da autarquia lisboeta.
Na escola de onde saiu o bailarino Telmo Moreira (Prémio de Lausanne, melhor bailarino europeu no Youth American Grand Prix) e onde estuda Marcelino Sambé (vencedor do Concurso Internacional de Ballet de Moscovo, finalista do Prémio de Lausanne) são os próprios pais que tiveram que investir em obras em balneários e na criação de uma sala de Pilates.
A ideia é substituir as instalações da rua dos Caetanos por um edifício construído de raiz, completamente dedicado ao ensino da Dança.
Viseu, 24 fev (Lusa) – Duas coreografias criadas por Paulo Ribeiro para o extinto Ballet Gulbenkian vão, no próximo ano, estar em cena no Théâtre de La Ville, em Paris, o que o coreógrafo considera “o reconhecimento maior” que poderia ter do seu trabalho.
“White Feeling” e “Organic Beat” – as duas únicas peças criadas por Paulo Ribeiro para o repertório do Ballet Gulbenkian enquanto era seu diretor artístico (em 2004 e 2005) e que entretanto remontou para o Ballet de Lorraine (Nancy, França) – vão estar em fevereiro, durante uma semana, no Théâtre de La Ville, num programa dedicado ao coreógrafo português.
“Mostra que aquela companhia não estava de todo ultrapassada, tinha um projeto artístico de autor que era importante. E o facto de ser reconhecido em termos europeus depois deste tempo todo é notável e louvável. É a maior gratificação possível, não podia haver uma recompensa ou reconhecimento maior”, afirmou Paulo Ribeiro à agência Lusa.
A coreógrafa Madalena Victorino foi a vencedora do Prémio Autores para a Melhor Coreografia com o espectáculo “Vale”, que vai estar no CCC a 6 e 7 de Março.
A primeira edição dos Prémios Autores, promovida pela RTP e pela Sociedade Portuguesa de Autores (SPA), distinguiu assim um projecto de criação artística regional que parte do património dos lugares e das gentes do Vale do Tejo e se conjuga com os Teatros e as comunidades onde estes hoje se integram.
O projecto surge de um convite que a Artemrede fez a Madalena Victorino para criar um projecto de Arte Comunitária para o Vale do Tejo.
“Vale” apresenta-se sob a forma de 4 canções coreográficas que, cheias de episódios roubados com os olhos a Alcanena, Montijo, Santarém e Sobral de Monte Agraço, se compõem numa narrativa forte e fluida de movimentos musicais e movimentos ficcionados com os corpos e a sua voz.
A apresentação de “Vale” no CCC, a 6 e 7 de Março, vai ser um espectáculo ainda mais original do que os outros que têm percorrido os teatros associados da Artemrede, depois da grande adesão por parte dos caldenses ao desafio lançado.
Em todos os locais onde o espectáculo é apresentado são convidadas 30 pessoas para subirem ao palco e serem também protagonistas desta aventura.
A TAP voltou a realizar um momento de animação no aeroporto de Lisboa para desejar um feliz Ano Novo aos clientes no dia 30 de Dezembro.
Veja aqui:
Sob o olhar surpreso dos passageiros que circulavam no aeroporto, um grupo de funcionários começou a dançar ao som de várias músicas e conseguiu contagiar as muitas pessoas que estavam por perto. Os vídeos circulam no Youtube e têm tido muita aceitação do público.
Depois do êxito da animação de Natal no aeroporto de Lisboa, esta é a segunda “flashmob” da Transportadora Aérea Portuguesa, que consiste na organização de uma acção com um grupo restrito de pessoas, que depois convida o público a entrar no “ritmo”.
Centenas de crianças e pais iniciaram a actividade cultural de 2010 no CCC das Caldas da Rainha com um espectáculo em patins que encantou toda a gente.
“Branca de Neve na Floresta Encantada” é um espectáculo da companhia Palco Partilhado, a única empresa da Europa que faz teatro em patins com rodas e que tem sede em Alfeizerão.
É uma criativa fusão da beleza da patinagem com diversas áreas artísticas, em que cada cena ganha vida com a leveza dos 16 patinadores. O espectáculo estreou em Agosto e, depois de uma interrupção de dois meses, a companhia voltou à estrada numa digressão que vai passar por todo o país.
Recentemente o elenco contou com uma nova aquisição, a actriz Patrícia Candoso, que trouxe algumas falas ao espectáculo, tornando-o mais perceptível para quem não conhece a história.
O convite surgiu porque Patrícia Candoso participou no programa “Dança Comigo no Gelo”, da RTP1, que a companhia Palco Partilhado produziu e no qual estavam muitos dos seus patinadores.
Embora já soubesse patinar, aprendeu muito com a sua participação no programa e decidiu aceitar o desafio para fazer parte da Palco Partilhado.
A companhia é composta por vários atletas que competem a nível internacional e que apostam também numa carreira artística. Sara Santos, que faz de Branca de Neve, começou por participar na “Casinha de Chocolate” e tem gostado muito da experiência de subir aos palcos.
João Sousa, que faz de pai da Branca de Neve, acha que este espectáculo é mais dirigido ao público em geral e não apenas às crianças como “A Casinha de Chocolate”, o que faz com que agrade a mais pessoas. Depois do ano passado não ter podido actuar no CCC por ter surgido um problema, gostou muito de poder finalmente subir a um palco desta qualidade.
Segundo Frederico Sá, director técnico da companhia, “estamos cada vez mais a explorar o mundo dos irmãos Grimm que têm contos fabulosos”. Este é um “filão” de onde querem continuar a retirar bons espectáculos. Em Março vão estrear a “Cinderela”, também em patins. Frederico Sá sublinhou que “foi muito bom voltar ao CCC, que é uma casa fabulosa”.
Sarah Paddy Jones, de 75 anos, surpreendeu tudo e todos com os passos de dança exibidos no concurso transmitido pela estação televisiva espanhola Telecinco.
Chama-se Sarah Paddy Jones tem 75 anos e está a transformar-se numa espécie de Susan Boyle à espanhola.
Esta inglesa, residente em Espanha, ganhou o concurso «Tú Sí Que Vales», uma versão do concurso inglês «Britain`s Got Talent», transmitido pela estação televisiva espanhola, Telecinco.
Sarah Paddy surpreendeu os espanhóis a dançar a salsa com passos impressionantes. Os 75 anos não lhe retiraram habilidade e flexibilidade para alçar a perna e rodopiar na perfeição como se de uma bailarina profissional de tratasse.
Esta avozinha de sete netos só começou a praticar este género de dança há quatro ou cinco anos.
À imprensa confessou que a dança é uma espécie de elixir da juventude:
«A dança rejuvenesce-me. Além disso como muita fruta e não tenho hipertensão. Os passos de dança mantêm-se em forma e há vários jovens a inspirarem-se nas minhas coreografias».
“A arte e a pessoa com deficiência: diferentes perspectivas” é o tema do seminário que abre, hoje, o “X Encontro de Teatro e Dança”, uma iniciativa do Clube de Animação Jovem – APPACDM de Setúbal que decorre até 5 de Dezembro.
Cinco instituições congéneres, que desenvolvem actividade com grupos de teatro e dança, estão representadas no encontro que se realiza durante o dia no auditório da Escola Superior de Educação de Setúbal.
O “X Encontro de Teatro e Dança”, a decorrer em simultâneo nos concelhos de Setúbal, Palmela e Moita, abre oficialmente na sexta-feira, às 21h30, em Setúbal, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, com uma cerimónia que conta com a participação de instituições de solidariedade social do País.
A actuação dos “Gypsie Company”, a apresentação da peça “Uma gota de Amor” e projecção do filme “X Anos de Encontro de Teatro e Dança na APPACDM de Setúbal” fazem parte do programa de abertura.
As actividades começam nesse mesmo dia pela manhã, às 11h00, com um desfile, pelas ruas da baixa, de cabeçudos e gigantones do CAJ – APPACDM de Setúbal.
Meia hora mais tarde é inaugurada a exposição colectiva “Corpo e Movimento”, composta por trabalhos elaborados pelos utentes da APPACDM de Setúbal, que fica patente até dia 30, na Biblioteca Municipal – Serviços Centrais.
Ainda na sexta-feira, às 14h30, o Grupo de Teatro e Animação do CAJ – APPACDM de Setúbal apresenta a peça “TIC TAC, o Autómato com um parafuso a menos”, no Teatro de Bolso.
“Da Terra ao Mar, da Cidade ao Museu” é o título da encenação do Grupo Rodança – APPACDM Setúbal que actua no sábado, às 18h00, no Museu do Trabalho Michel Giacometti.
À noite, às 22h00, no Octubrus Bar, a APPC Porto apresenta o Grupo Sarava num café concerto.
O Museu do Trabalho Michel Giacometti volta a ser ponto de encontro no domingo, entre as 15h00 e as 17h30, com a realização do atelier para pais e filhos “Marionetas de Mil Cores”.
Na segunda-feira, é a vez de o Teatro de Bolso receber duas iniciativas. A primeira, “Cinderela”, pelo Grupo Rodança – APPACDM de Setúbal, está marcada para as 10h30. À tarde, às 14h30, a Associação Almadense Rumo ao Futuro traz “As Aventuras de Shrek”.
Uma manhã dedicada à dança, na terça-feira, no Auditório da Liga dos Amigos da Terceira Idade – LATI, reúne os grupos “A Mão”, da Cercisa, “Diverte & Dança”, da APPACDM de Setúbal, “Corpus”, da Cercizimbra, e “Pathos”, da Associação Almadense Rumo ao Futuro.
À tarde, às 14h30, no INATEL, a CRIARTE – CRIA, de Abrantes, apresenta “História de uma Gaivota e do Gato que a ensinou a voar”.
Prestes a encerrar o “X Encontro de Teatro e Dança”, em Setúbal, a tarde do dia 28 é de folclore, no Estrelas do Faralhão Futebol Clube, pelo Grupo de Dançares da APPACDM Setúbal e Grupo de Danças e Cantares Regionais do Faralhão.
“Uma gota de Amor”, pelo Grupo de Teatro e Animação do CAJ – APPACDM de Setúbal, encerra a programação desta edição em Setúbal, às 21h30, no Salão Nobre dos Paços do Concelho.
Os bailarinos do espectáculo interactivo de dança «Nada. Vamos ver», criado pelo coreógrafo brasileiro Gustavo Ciríaco, vão partilhar experiências com o público no palco da Culturgest, em Lisboa, a 18 e 19 de Novembro.
Apresentado no âmbito do Festival Temps D´Images, o espectáculo tenta responder à questão de como apresentar o óbvio na relação entre público e intérprete, através de uma coreografia com seis bailarinos, num palco praticamente vazio.
Os bailarinos vão comunicar com o espectador, partilhar experiências, «brincar com o corpo e o espaço, num ambiente muito íntimo, algures entre a ficção e a realidade», refere uma nota da Culturgest sobre o espectáculo.
“Dançando com Zeca – 80 Anos de Movimento” pretende ser uma homenagem a Zeca Afonso através de uma criação coreográfica cuja preparação se iniciou ontem.
A “Tempos e Ventos”, em conjunto com a “Produções Aleatórias”, vai promover um espectáculo denominado “Dançando com Zeca – 80 Anos de Movimento”, que constitui a primeira parte de um projecto intitulado “Água Salgada”.
Este projecto, sem fins lucrativos, está a ser coordenado por Alcides Valente, bailarino e coreógrafo natural de Ílhavo, a residir actualmente em França.
Ontem, decorreram as audições, no Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, para os bailarinos interessados em participar no espectáculo. Uma rara oportunidade para estar presente no espectáculo e trabalhar com o coreógrafo que fundou, em França, a companhia “Étre Ange”.
Segundo Eduardo Costa, da produtora do espectáculo, “Dançando com Zeca – 80 Anos de Movimento” pretende ser uma homenagem a Zeca Afonso através da criação coreográfica, inspirada na sua música e cruzando vários estilos, como o hip hop com a dança contemporânea ou o rap e as artes de rua.
Após as audições, o espectáculo começa a ser ensaiado e tem agendadas duas “Master Class”, nos próximos dias 21 e 22, em princípio na Universidade de Aveiro. No dia 25, vai decorrer uma pré-apresentação do trabalho final na FNAC de Coimbra e, no dia seguinte, estreia oficialmente no Cine-Teatro de Estarreja, para dois dias depois se dar a conhecer ao público aveirense, numa apresentação no Centro Cultural e de Congressos.
Eduardo Costa não descarta a possibilidade do espectáculo partir para a estrada e apresentar-se nas cidades do Porto ou Braga, mas, a acontecer, frisa, “será sempre uma extensão deste trabalho que estamos aqui a fazer, porque Zeca Afonso era aveirense”.
Esta “celebração”, como gosta de lhe chamar Eduardo Costa, partiu de uma ideia sua, que recolheu entusiasmo por parte de Alcides Valente. “Porque não dançar Zeca?”, questiona. A partir daí, o projecto ganhou pernas para andar e… para dançar.