“7 Personagens em Hora de Ponta” vai ser apresentado nos próximos dias 25, 26 e 27. Do elenco farão parte 14 jovens da comunidade local
O Ballet Contemporâneo do Norte (BCN) vai seleccionar 14 jovens para participarem no espectáculo “7 Personagens em Hora de Ponta” que vai ser apresentado em Aveiro nos próximos dias 25, 26 e 27 (21.30 horas).
Para além do elenco permanente do BCN, a peça conta ainda com a participação especial de 14 voluntários – a partir dos 14 anos – da comunidade de cada local em que o espectáculo é exibido.
“7 Personagens em Hora de Ponta” foi estreado no Cine Teatro António Lamoso, em Santa Maria da Feira, a 13 de Janeiro, e já passou também por Espinho. Em Aveiro, o espectáculo será exibido no Estaleiro Teatral da Efémero – Companhia de Teatro de Aveiro, situado no parque municipal D. Pedro V.
“7 Personagens em Hora de Ponta” é a terceira produção desta companhia desde que iniciou a sua residência em Santa Maria da Feira, em Setembro de 2007, com o apoio da Câmara local e da empresa municipal Feira Viva.
A peça marca o regresso de Elisa Worm à criação coreográfica numa altura em que assinala os 50 anos de uma carreira dedicada à dança, como intérprete, professora e criadora.
Neste espectáculo, a coreógrafa contou com a colaboração do maestro Pedro Carneiro na banda sonora.
O preço do bilhete normal é de cinco euros com desconto de dois euros para portadores de cartão jovem ou de estudante.
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Um espectáculo com fundo ecologista pela Kamu Suna Ballet Company. Um bailado dedicado ao planeta Terra, realizado com o apoio da Comissão Nacional da Comissão da Unesco, aliado às Comemorações do Ano Internacional do Planeta Terra 2008-2009. Para ver a 16 de Janeiro, no Teatro Aveirense, em Aveiro.Enriquecido com tecnologias audiovisuais digitais, importantes na criação de uma atmosfera onírica e poética, “Amar a Terra” conta com a participação do contratenor Manuel Brás da Costa.
A Kamu Suna Ballet Company foi fundada em Lisboa, em 2006, por César Augusto Moniz. Composta por oito bailarinos, alguns dos quais solistas e primeiros bailarinos oriundos do Ballet Gulbenkian, pretende dar a conhecer alguns dos grandes bailarinos formados no nosso país e promover o intercâmbio cultural, integrando já a companhia elementos de diferentes países, como Itália, Japão, Brasil, Holanda e Inglaterra.
Local: Teatro Aveirense – Aveiro
Data: 16-01-2010 às 21h30
Preço: 8€
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“Dançando com Zeca – 80 Anos de Movimento” pretende ser uma homenagem a Zeca Afonso através de uma criação coreográfica cuja preparação se iniciou ontem.
A “Tempos e Ventos”, em conjunto com a “Produções Aleatórias”, vai promover um espectáculo denominado “Dançando com Zeca – 80 Anos de Movimento”, que constitui a primeira parte de um projecto intitulado “Água Salgada”.
Este projecto, sem fins lucrativos, está a ser coordenado por Alcides Valente, bailarino e coreógrafo natural de Ílhavo, a residir actualmente em França.
Ontem, decorreram as audições, no Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, para os bailarinos interessados em participar no espectáculo. Uma rara oportunidade para estar presente no espectáculo e trabalhar com o coreógrafo que fundou, em França, a companhia “Étre Ange”.
Segundo Eduardo Costa, da produtora do espectáculo, “Dançando com Zeca – 80 Anos de Movimento” pretende ser uma homenagem a Zeca Afonso através da criação coreográfica, inspirada na sua música e cruzando vários estilos, como o hip hop com a dança contemporânea ou o rap e as artes de rua.
Após as audições, o espectáculo começa a ser ensaiado e tem agendadas duas “Master Class”, nos próximos dias 21 e 22, em princípio na Universidade de Aveiro. No dia 25, vai decorrer uma pré-apresentação do trabalho final na FNAC de Coimbra e, no dia seguinte, estreia oficialmente no Cine-Teatro de Estarreja, para dois dias depois se dar a conhecer ao público aveirense, numa apresentação no Centro Cultural e de Congressos.
Eduardo Costa não descarta a possibilidade do espectáculo partir para a estrada e apresentar-se nas cidades do Porto ou Braga, mas, a acontecer, frisa, “será sempre uma extensão deste trabalho que estamos aqui a fazer, porque Zeca Afonso era aveirense”.
Esta “celebração”, como gosta de lhe chamar Eduardo Costa, partiu de uma ideia sua, que recolheu entusiasmo por parte de Alcides Valente. “Porque não dançar Zeca?”, questiona. A partir daí, o projecto ganhou pernas para andar e… para dançar.
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Holeulone imiscui-se no mundo interior, psíquico de um homem conturbado, nos seus pensamentos e mudanças de ritmo, nas suas memórias reais e imaginárias, na clareza e confusão das suas percepções. Num dado momento, o seu irmão gémeo surge – um género de intimo historiador tão semelhante a ele próprio que se torna insuportável…
O espectáculo é levemente inspirado em Charlie, o herói simples, espevitado e enternecedor, de Flowers for Algernon, o romance de Daniel Keyes, publicado em 1959. Os dois bailarinos lutam consigo próprios, lutam entre eles, interagem ou rendem-se. A complexa intimidade do seu dueto é reflectida não apenas na sua fisicalidade e movimento mas também nas imagens projectadas, que submergem os bailarinos durante o espectáculo. O espectador junta-se a eles à beira do abismo disforme de um sonho.
Holeulone é uma criação pivot da coreografa Karine Ponties, em colaboração com o artista plástico Thierry Van Hasselt. A sua associação teve início com o solo Brutalis em 2002. Holeulone continua a pesquisa à volta da ligação entre movimento e imagem, dando vida aos espectaculares desenhos a tinta de Hasselt, e integrando-os directamente no espectáculo através de animação vídeo.
21h30 – Sala Principal – 8€ a 10€
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“96 details” é um projecto de longa duração, pensado para ser trabalhado entre 2006 e 2009. Este novo trabalho da Cie Mulleras é um conjunto de módulos artísticos que remetem ao seu principal valor: a ligação entre a internet (plano virtual) e o palco (plano real); uma obra nómada e híbrida, onde o corpo e a dança se encontram num trabalho apressado pela fragmentação tornada possível pelo média, num registo polimórfico que declina sua unidade quase infinitamente.
O projecto pretende criar uma fusão dinâmica entre a variedade de media (dança, música, vídeo, interactividade e multimedia). “Traces”, como parte deste projecto, é uma live-performance inspirada em trabalhos interactivos da internet que se aproveita da ligação entre performance e som e luz digitais.
No palco propõe-se uma jornada ao mundo de formas e movimentos, sons e cores, como uma colagem de pequenas sequências. Projecções de video no chão e nas laterais, criam um novo espaço e dimensão, onde os intérpretes passam a habitar. Com uma atmosfera sóbria e minimalista, a coreografia joga com computadores gráficos, utilizando a luz das imagens projectadas para revelar corpos e movimentos.
O projecto «96 details» teve o apoio de: French Ministry of Culture / French Cinematography Center CNC Dicream / Region Languedoc-Roussillon / Theatre of Beziers / El Mediator Perpignan
Ficha Técnica e Artística
Coreografia: Magali et Didier Mulleras
Bailarinos: Séverine Prunera, Elisabeth Nicol, Magali Viguier-Mulleras
Direcção Técnica: Nicolas Grimal
Música Original: Didier Mulleras
Web Site: www.mulleras.com
Sobre a Compagnie MULLERAS:
A Compagnie Mulleras foi fundada em 1988 pelos coreógrafos franceses Magali Viguier-Mulleras & Didier Mulleras, em Béziers/França, onde também criaram (e onde ensinam) o C.E.D. Center (também seu prórpio estúdio).
Como a tecnologia digital se infiltrou no mundo da dança, Cie Mulleras têm vindo a movimentar os “electrãos coreográficos” na internet na última década.
Estes pioneiros da dança digital primeiramente criaram “Mini@tures”, um dos primeiros trabalhos especialmente criados para a internet e, depois “Invisible”, ambos trabalhos memoráveis que continuam a ser apresentados e mostrados on-line no site: www.mulleras.com. Em cada um dos projectos é apresentado um inesperado ambiente artístico, onde dança, som, imagens, nos leva a uma nova visão da coreografia actual.
Mulleras Dance Company tem-se apresentado em várias partes do mundo, nas principais cidades e teatros, e até o momento apresentou-se em 37 países. A digressão internacional 2009 é patrocinada pela cidade de Beziers – França.
Da criação para a internet, para o palco ou o ecrã, Cie Mulleras têm explorado novos rumos e novas ligações entre dança, filme e multimedia, investigando este emergente espaço de trabalho oferecido pelas novas tecnologias.
Magali e Didier Mulleras consideram-se parte de uma nova geração que não pretende restringir-se a um determinado estilo, tanto no processo de criação como na sua formalização. Os seus trabalhos utilizam a multimedia, nomeadamente a internet, permitindo conjugar a coreografia com avanços tecnológicos, apresentando uma nova dança num mundo em constante mudanças.
Organizado em parceria com FRAME Research – Festival de Performance e Novas Tecnologias – 1ª edição.
21h30 – Sala Principal – 8€ a 10€
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