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	<title>artededancar.com &#187; Eventos</title>
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		<title>I ENCONTRO de DANÇAS AFRICANAS A PAR &#8211; 3 Junho &#8211; Lisboa</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jun 2010 00:11:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[encontro de dança. dança africana]]></category>
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		<description><![CDATA[I ENCONTRO de DANÇAS AFRICANAS A PAR 5ª Feira (feriado), 3 Junho, 15h00-20h00 Preços: até 31Maio 20€/pessoa, 35€/par a partir de 1Juho 25€/pessoa; 45€/par no dia do evento 30€/pessoa; 50€/par Na 5ª feira, dia 3 de Junho (feriado) vai decorrer no Ateneu o I Encontro de Danças Africanas a Par.Uma viagem inesquecível pelos ritmos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-362" style="margin: 30px;" title="n124333590932046_7270" src="http://www.artededancar.com/uploads/n124333590932046_7270.jpg" alt="" width="200" height="283" /></p>
<p>I ENCONTRO de DANÇAS AFRICANAS A PAR</p>
<p><strong>5ª Feira (feriado), 3 Junho,<br />
15h00-20h00</strong></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Preços:</span><br />
até  31Maio 20€/pessoa, 35€/par<br />
a partir de 1Juho 25€/pessoa; 45€/par<br />
no  dia do evento 30€/pessoa; 50€/par</p>
<p>Na 5ª feira, dia 3 de Junho  (feriado) vai decorrer no <strong>Ateneu o I Encontro de Danças Africanas a  Par</strong>.Uma viagem inesquecível pelos ritmos de vários países africanos,  pela primeira vez dedicada às danças a par. Este é o primeiro evento  dedicado aos ritmos de África, de um ciclo que planeamos para os  próximos anos.</p>
<p>Com objectivo de alargar a panorama de danças  africanas ensinadas em Portugal, convidamos professores provenientes de  vários países africanos para apresentarem alguns dos ritmos mais  característicos e populares dos países deles.</p>
<p><span id="more-361"></span>Nesta primeira  edição concentramo-nos nos PALOPs (Países Africanos de Língua Oficial  Portuguesa) e, mesmo assim, a escolha não foi fácil. Temos toda a  consciência que há muito mais para explorar.</p>
<p>Cada um destes  países possui as danças muito interessantes, completamente desconhecidas  para a maioria dos adeptos da dança na Europa. E os PALOPs são só 5… E o  resto dos países africanos?</p>
<p>Ao lado das aulas de danças mais  conhecidas, como Kizomba, Semba, Tarraxinha, Funaná, o público poderá  conhecer os ritmos menos populares como: Ússua (São Tomé), Marrabenta  (Moçambique), Morna, Coladeira, Mazurca e Contradança (Cabo Verde).O  evento está destinado ao público em geral – aos alunos com experiência  na área de dança e as pessoas que nunca antes dançaram. As aulas vão ter  diferentes níveis de dificuldade (indicado no horário) para satisfazer  todos os participantes.<br />
Esperamos que este I Encontro seja o inicio  de um evento cíclico, e que abranja cada vez mais países  africanos.Portugal é um país multicultural, aonde temos bailarinos e  professores de vários países que nos trazem na bagagem, muitos ritmos  para descobrir e aprender…</p>
<h3>INSCREVAM-SE JÁ PARA  USUFRUÍREM DE ÓPTIMOS DESCONTOS!!!!</h3>
<p>Pagamentos na secretaria do  Ateneu ou por transferência bancária (solicite NIB e Ficha de inscrição  por e-mail ou telefones abaixo):</p>
<p>1001Danças no Ateneu  Comercial de Lisboa<br />
Rua Portas Santo Antão, 110 Restauradores<br />
(ao  lado do Coliseu, perto do Hard Rock Café)<br />
Metro: Rossio/Restauradores</p>
<p>966509624,  918762225, 937791408, 212443762</p>
<p>1001cursos@gmail.com<br />
Organização:  1001Danças e DançaLisboa</p>
<p>Os ritmos que vão ser apresentados  durante a primeira edição do Encontro de Danças Africanas a Par:</p>
<p>ANGOLA<br />
KIZOMBA – A Kizomba é um estilo de dança e musica Angolana fusão  dos ritmos de Angola e das Ilhas Francesas, criada nos anos 80.</p>
<p>Tendo  como as raízes o Semba e o Zouk, evoluiu ao longo dos anos e neste  momento é considerada uma das danças mais populares entre as danças  africanas.</p>
<p>SEMBA – É uma dança de salão angolana urbana. Dançada a  pares, com passadas distintas dos cavalheiros, seguidas pelas damas em  passos totalmente largos onde o malabarismo dos cavalheiros conta muito a  nível de improvisação. O Semba caracteriza-se como uma dança de  passadas.</p>
<p>TARRAXINHA &#8211; «É uma dança de um erotismo violento.  Supera em muito tudo o que vi (e vi bastante) nos bailes funk das  favelas cariocas. A moça enrosca-sa ao peito do rapaz, segurando-o pela  nuca, e vai-se atarraxando a ele com lentíssimos movimentos dos  quadris».</p>
<p>José Eduardo Agualusa «As Mulheres do Meu Pai»</p>
<p>CABO  VERDE<br />
FUNANÁ – Uma das mais conhecidas danças caboverdeanas. Muito  rítmica, viva. Nasceu na Ilha de Santiago, com tempo “viajou para as  outras ilhas onde é muito apreciado. Dança-se aos pares com movimentos  do quadril cadenciados, sensuais e vivos.” (Margarida Brito)</p>
<p>MORNA  – “a forma musical cultivada em todas as ilhas de Cabo Verde. De  andamento lento, esta música, que é a que mais caracteriza o  caboverdeano.” (Margarida Brito)</p>
<p>COLADEIRA – O ritmo muito  popular em Cabo Verde, mais rápido do que a Morna. Varia no ritmo, de  acordo com influências sofridas. Companheira das noites caboverdeanas.</p>
<p>CONTRADANÇA  – Provavelmente introduzida nas Ilhas Caboverdianas pelos franceses,  originaria de “country-dance” inglesa. As pares são dirigidas pela voz  de comando – “mandador”.</p>
<p>MAZURKA – Dança originária da Polónia,  chegou a Cabo Verde nos meados do século XIX. O ritmo adaptou-se as  Ilhas, resultando em música e dança mais lenta e seria do que original  polaco. Caracteriza a o compasso ternário e acentos nos contratempos.</p>
<p>MOZAMBIQUE</p>
<p>MARRABENTA  – “A marrabenta, com o seu ritmo animado e suas melodias arrebatadoras,  conta através de uma súbtil mistura, pequenos detalhes da vida  quotidiana em Maputo e dos grandes eventos da história de Moçambicana”  (www.myspace.com/marabenta)</p>
<p>SÃO TOMÉ</p>
<p>ÚSSUA – “Dança de  salão, de grande elegância e finuria (uma espécie de mazurca africana),  em que os pares são conduzidos por um mestre-de-cerimónias, ao ritmo  lento do tambor, do pito daxi (flauta) e da corneta.”  (www.lusoafica.net)</p>
<p>HORÁRIO:<br />
15h<br />
MARRABENTA com  Mussa<br />
16h KIZOMBA Passos Básicos com Hélio Santos<br />
ÚSSUA</p>
<p>17h<br />
MORNA  vs COLADEIRA com Zé Barbosa<br />
KIZOMBA Nivel Avançado com Bandeira</p>
<p>18h<br />
FUNANÁ  com Hélio Santos<br />
SEMBA Nível Interm. com Cazuza</p>
<p>19h<br />
MAZURCA  vs CONTRADANÇA com Zé Barbosa<br />
TARRAXINHA com Cazuza</p>
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		<title>“O Lago dos Cisnes” promete «final feliz» na Madeira</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 12:24:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ballet]]></category>
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		<description><![CDATA[Rui Massena congratulou, ontem, o Clube Desportivo Nacional, pela sua «contribuição» em prol da Cultura regional. O maestro falava a propósito do espectáculo &#8220;O Lago dos Cisnes&#8221;, a 1 de Abril no Centro de Congressos da Madeira, um evento comemorativo do centenário do clube madeirense que juntará, em palco, os bailarinos da Moscow Tchaikovsky Ballet [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-330" style="margin: 20px;" title="cisnes" src="http://www.artededancar.com/uploads/cisnes.jpg" alt="" width="270" height="180" /></p>
<p style="text-align: justify;">Rui  Massena congratulou, ontem, o Clube Desportivo Nacional, pela sua  «contribuição» em prol da Cultura regional.<br />
O maestro falava a propósito do espectáculo &#8220;O Lago dos Cisnes&#8221;, a 1 de  Abril no Centro de Congressos da Madeira, um evento comemorativo do  centenário do clube madeirense que juntará, em palco, os bailarinos da  Moscow Tchaikovsky Ballet  e a Orquestra Clássica da Madeira (OCM).<br />
«Tenho a certeza de que esta iniciativa do Nacional é a melhor resposta  daquilo que deve ser o envolvimento das instituições na comunidade,  participando activamente na sua vida cultural», disse Rui Massena, numa  conferência de imprensa que teve lugar ontem no Hotel Casino Park, no  Funchal.</p>
<p style="text-align: justify;">
<span id="more-329"></span> Para Rui Massena, um espectáculo desta «elevação cultural» é um  atractivo para trazer turistas à Região. «Quando vinha para cá, vim a  pensar em qual a cidade portuguesa que, neste momento, tem um bailado e  uma orquestra ao vivo&#8230; Imagine este espectáculo em cena (no Funchal)  durante um mês? Seria um atractivo para que as pessoas nos visitem&#8230;»,  referiu o maestro, prevendo «uma  conjugação feliz» entre a companhia  russa e o colectivo madeirense.<br />
«Esta é a primeira vez que a Orquestra Clássica da Madeira, na sua  história de 50 anos de existência, acompanha uma companhia de dança», o  que acarreta «exigências práticas particulares, sendo uma delas a  manutenção de ritmos regulares de forma a que os bailarinos tenham  oportunidade de se movimentar de acordo com a coreografia e para que a  história seja bem contada», apontou.<br />
«Hoje (ontem), vamos começar com o projecto de ligação, recriar cada um  dos momentos do bailado, construir os quadros até chegar à construção  final. São 600 páginas de partituras. É de uma grande &#8220;violência&#8221; para  uma orquestra.  É um trabalho de grande paciência, que se espera árduo  mas, no final, feliz», salientou.<br />
A conferência de imprensa, ontem no Funchal, contou com a presença de  alguns elementos da companhia de bailado russa, bem como a comissão  organizadora do espectáculo, presidida por Tolentino Mendonça.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>&#8220;O Lago dos Cisnes&#8221; subirá ao palco do auditório do <span style="text-decoration: underline;">Centro de Congressos  da Madeira</span>, às <span style="text-decoration: underline;">21h00</span> de <span style="text-decoration: underline;">quinta-feira</span>. Os bilhetes custam <span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #ff0000;">50 euros</span></span> e  estão à venda na Direcção Regional do Turismo, na sede do Clube  Desportivo Nacional e no Casino da Madeira. </strong></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Holeulone &#8211; Teatro Aveirense &#8211; Aveiro</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 20:59:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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		<description><![CDATA[Holeulone imiscui-se no mundo interior, psíquico de um homem conturbado, nos seus pensamentos e mudanças de ritmo, nas suas memórias reais e imaginárias, na clareza e confusão das suas percepções. Num dado momento, o seu irmão gémeo surge – um género de intimo historiador tão semelhante a ele próprio que se torna insuportável&#8230; O espectáculo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Holeulone</strong> imiscui-se no mundo interior, psíquico de um homem conturbado, nos seus pensamentos e mudanças de ritmo, nas suas memórias reais e imaginárias, na clareza e confusão das suas percepções. Num dado momento, o seu irmão gémeo surge – um género de intimo historiador tão semelhante a ele próprio que se torna insuportável&#8230;<br />
O espectáculo é levemente inspirado em Charlie, o herói simples, espevitado e enternecedor, de Flowers for Algernon, o romance de Daniel Keyes, publicado em 1959. Os dois bailarinos lutam consigo próprios, lutam entre eles, interagem ou rendem-se. A complexa intimidade do seu dueto é reflectida não apenas na sua fisicalidade e movimento mas também nas imagens projectadas, que submergem os bailarinos durante o espectáculo. O espectador junta-se a eles à beira do abismo disforme de um sonho.</p>
<p>Holeulone é uma criação pivot da coreografa Karine Ponties, em colaboração com o artista plástico Thierry Van Hasselt. A sua associação teve início com o solo Brutalis em 2002. Holeulone continua a pesquisa à volta da ligação entre movimento e imagem, dando vida aos espectaculares desenhos a tinta de Hasselt, e integrando-os directamente no espectáculo através de animação vídeo.</p>
<h3>21h30 &#8211; Sala Principal &#8211; 8€ a 10€</h3>
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